terça-feira, 1 de julho de 2014

#IDEIAS & #DESAFIOS !!!!


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quarta-feira, 25 de junho de 2014

#IDEIAS & #DESAFIOS


sábado, 7 de junho de 2014

Educação dá passado, presente e futuro', diz Alexandre Garcia

É muito bom ter dinheiro para a educação, ela ser prioridade no papel, mas a qualidade do resultado deixa a gente boquiaberto. No Brasil, a mais óbvia das prioridades, a base de tudo, precisa ser escrita em uma lei para parecer prioridade.
O óbvio ululante, como alfabetizar todo brasileiro e valorizar os professores, fica bem escrito no papel, na nossa cultura que valoriza mais as palavras que as ações.
Em relação a Chile, Uruguai e Argentina, só para citar próximos, estamos tentando fazer o que eles fizeram há 150 anos: uma revolução na educação, que lhes deu a base para resistir a crises políticas e econômicas. Aqui, ainda falta fazer essa revolução. E como demora.
Até parece que nossas lideranças temem que o conhecimento e o consequente discernimento se democratize, porque liberta dos cabrestos e dos clientelismos. O próprio projeto demorou: tramita desde 2010 e prevê chegar a 10% do PIB para educação até 2024, mas ninguém vai ser punido se as metas não forem atingidas.
A China, que hoje rivaliza com Estados Unidos, era igual ao Brasil, há 40 anos, mas investiu no conhecimento, na educação, e deu o salto que deu a Coreia, depois de arrasada por guerra.
A Educação é onde se assentam a Saúde, a Segurança, o cumprimento das leis, o voto consciente, o trabalho qualificado e a consequente prosperidade. Educação dá passado, presente e futuro. E uma coisa muito séria, não é recreio. saiba mais.>>>>

Novas evidências reforçam que Lua se originou de colisão da Terra

Cientistas alemães disseram nesta quinta-feira que as amostras lunares coletadas nas décadas de 1960 e 1970 mostram novas evidências de que a Lua se formou quando a jovem Terra colidiu com outro corpo celeste.
Os pesquisadores chamam de "A Hipótese do enorme Impacto" o suposto ocorrido, segundo o qual a Lua foi criada quando a Terra bateu com um corpo chamado Theia há 4,5 bilhões de anos.
A maioria dos especialistas apoia esta hipótese, mas eles dizem que a única forma de confirmar que tal impacto ocorreu é estudando as proporções de isótopos de oxigênio, titânio, silício e outros componentes nos dois corpos celestes.
Até agora, os cientistas que estudavam as amostras lunares que chegaram da Terra em meteoritos descobriram que a Terra e a Lua têm uma composição muito similar.
Mas agora, ao estudar as amostras coletadas da superfície lunar pela equipe da Nasa das missões Apolo 11, 12 e 16 e compará-las com técnicas científicas mais avançadas, os cientistas descobriram algo novo.
"Puderam detectar uma leve, mas claramente maior, composição do isótopo de oxigênio nas amostras lunares", destaca o estudo publicado na revista especializada Science. "Esta mínima diferença apoia a hipótese do enorme impacto na formação da Lua".
Segundo modelos que recriaram esta colisão em um nível teórico, a Lua era formada por elementos de Theia em 70% a 90%, e elementos terrestres em 10% a 30%.
Mas agora os pesquisadores revisaram para cima o papel do nosso planeta na composição do seu satélite: a Lua pode ser uma mistura 50/50 de restos da Terra e de Theia. No entanto, faltam mais estudos para confirmar esta versão.
"Agora podemos estar razoavelmente seguros de que a enorme colisão ocorreu", disse o autor principal do estudo, Daniel Herwartz, da universidade Georg-August de Gottingen, na Alemanha.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

#IDEIAS & #DESAFIOS >


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quarta-feira, 14 de maio de 2014

II ENCONTRO NACIONAL DE COMUNICAÇÃO DA CTB


Plano de Educação finalmente pode ser aprovado nesta quarta.


Finalmente o Plano Nacional de Educação (PNE - Projeto de Lei 8035/2010) estará em votação no Plenário da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (14) após 1.241 dias de tramitação no Congresso Nacional. Enviado ao Legislativo em 20 de dezembro de 2010 pelo Poder Executivo, o PNE passou por intensos debates em todo o território nacional com a Conferência Nacional de Educação (Conae) de 2010, onde educadores de todos os cantos do país deram a sua contribuição para formular um PNE em favor da educação pública.“O maior problema nas alterações efetuadas no texto original do PNE consiste na obrigação de o Estado investir 10% do PIB na educação pública e o relator da Câmara abriu a possibilidade de utilização desses recursos pra financiar a educação infantil em creches conveniadas, a educação especial, Fies e os programas Ciência sem Fronteiras, Pronatec e ProUni”, reclama Marilene Betros, dirigente nacional da CTB.
Para ela, “esses programas devem ser abarcados de outra forma e pelos setores apropriados”. Por isso, garante Marilene, “a luta dos educadores brasileiros continuará em favor da educação pública. As discussões estarão no plenário da Câmara na quarta, mas as discussões continuarão intensas até conseguirmos transformar a educação pública na prioridade nacional como quer a sociedade”. Após a aprovação o PNE será encaminhado para sanção da presidenta Dilma. "A CTB continuará apoiando as demandas dos educadores e estudantes para a educação pública receber o tratamento que merece".
A questão dos investimentos em área tão estratégica para o desenvolvimento de um país, está pegando neste momento. A sociedade por meio de muitas mobilizações e protestos conseguiu a adesão do governo e de muitos setores à proposta de investimentos de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação pública para o próxima década, tempo de vigência do novo PNE. Atualmente o governo aplica 5,3% do PIB em educação. Além dos 10%, a sociedade continua na luta para que 75% dos royalties do petróleo também vão para a educação, como já foi aprovado recentemente. “Nos últimos 12 anos evoluímos bastante e o investimento em educação atinge atualmente 5,3% do PIB, mas devemos exigir o aceleramento desses investimentos cada vez com mais contundência”, define a cetebista.
O PNE também possibilita a valorização do magistério e “ao final da década 100% dos educadores deverão ter graduação universitária e 80% já em cursos de pós-graduação, o que deve valorizar a categoria melhorando a formação e assim melhorando também a qualidade do ensino. Esperamos que esse esforço seja recompensado com melhorias nas condições de trabalho e salariais“, preconiza Marilene. “A CTB, na condição de uma central sindical classista, vê na educação pública de qualidade o passaporte para que tenhamos um país mais justo e menos desigual no futuro”, acentua Adilson Araújo presidente da CTB.
Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

domingo, 4 de maio de 2014

AULA Potenciação